Esqueça a narrativa de Cinderela. O que aconteceu no interior paulista
na temporada 2025 não foi um conto de fadas; foi um choque de gestão. O
Mirassol, que há cinco anos disputava a poeira da Série D, encerrou sua
estreia na elite do Brasileirão com 67 pontos, garantindo a 4ª posição e
uma vaga direta na fase de grupos da Libertadores da América.
Enquanto gigantes do G12 lutavam contra o caos financeiro e a ciranda de
técnicos, o “Leão da Alta Araraquarense” deu uma aula de eficiência. Com
um orçamento que é uma fração dos rivais, o clube apostou em três
pilares inegociáveis: estrutura de nível europeu, fidelidade aos
parceiros locais e um comando técnico que recusou o “canto da sereia” de
uma SAF milionária para terminar o serviço no interior.
A seguir, o Raio-X de como o Mirassol carimbou seu passaporte
internacional.
